Como viajei para Natal em julho fui agraciada com alguns dias de chuva persistente, ainda que a temperatura não tenha sido desagradável e o vento ao menos deu um descanso, decidi passar uma tarde visitando o centro histórico.
Visitei, claro, o bairro da Ribeira, mas não me senti confortável para fotografar as inúmeras construções que datam séculos passados, que embora estejam em péssimas condições, guardam em si a majestade de um período histórico cultural. No local, há um dos muitos péssimos investimentos, como o Mercado da Roca que, apesar da esplêndida arquitetura, não atraiu comerciantes locais e encontra-se às moscas. Na rua em frente a este há uma feira pública que encanta pela infinidade de produtos típicos com preços de fazer paulista ficar boquiaberto. Eu nunca imaginei que houvesse tanta variedade de feijão e uma pena não ter podido trazer um pouco de cada.
Mas voltemos a área de construções históricas...




Prédio do primeiro jornal revolucionário da cidade do período colonia, hoje Departamento de Imprensa.
Palácio Felipe Camarão, sede da Prefeitura, um dos poucos prédios bem conservados da cidade.
Instituto Câmara Cascudo, fechado há meses para reforma.
Teatro Alberto Camarão, pura imponência.
Mais um prédio utilizado pelo governo também fechado pela Defesa Civil por conta da má conservação.
Palácio da Cultura que não abre de segunda-feira para meu azar.
Prédio utilizado por comerciantes, sem nenhum dado histórico.
O interessante a ser mencionado é que há um projeto que visa utilizar todos os prédios com a seguinte proposta: serão mantidas originais as fachadas e o restante da área construída será demolida e no local serão levantadas novas construções. Sinceramente, um genocídio da arquitetura histórica do Estado. Mas foi a solução brasileira para resolver os problemas de má conservação que se arrastam por décadas.
Torço para que tal projeto não vá adiante e que este patrimônio possa ser efetivamente conservado.
Visitei, claro, o bairro da Ribeira, mas não me senti confortável para fotografar as inúmeras construções que datam séculos passados, que embora estejam em péssimas condições, guardam em si a majestade de um período histórico cultural. No local, há um dos muitos péssimos investimentos, como o Mercado da Roca que, apesar da esplêndida arquitetura, não atraiu comerciantes locais e encontra-se às moscas. Na rua em frente a este há uma feira pública que encanta pela infinidade de produtos típicos com preços de fazer paulista ficar boquiaberto. Eu nunca imaginei que houvesse tanta variedade de feijão e uma pena não ter podido trazer um pouco de cada.
Mas voltemos a área de construções históricas...




Prédio do primeiro jornal revolucionário da cidade do período colonia, hoje Departamento de Imprensa.
Palácio Felipe Camarão, sede da Prefeitura, um dos poucos prédios bem conservados da cidade.
Instituto Câmara Cascudo, fechado há meses para reforma.
Teatro Alberto Camarão, pura imponência.
Mais um prédio utilizado pelo governo também fechado pela Defesa Civil por conta da má conservação.
Palácio da Cultura que não abre de segunda-feira para meu azar.
Prédio utilizado por comerciantes, sem nenhum dado histórico.O interessante a ser mencionado é que há um projeto que visa utilizar todos os prédios com a seguinte proposta: serão mantidas originais as fachadas e o restante da área construída será demolida e no local serão levantadas novas construções. Sinceramente, um genocídio da arquitetura histórica do Estado. Mas foi a solução brasileira para resolver os problemas de má conservação que se arrastam por décadas.
Torço para que tal projeto não vá adiante e que este patrimônio possa ser efetivamente conservado.
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